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A escrita que alivia

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Minhas palavras são gritos não dados. São declarações recolhidas e sorrisos roubados. São a minha indignação diante de tanta cena que meus olhos são "obrigados" a presenciar e, de certa forma, participar.

Fazem a gente suspirar, mais de alívio, ao se deparar com histórias e personagens que parecem ser inspirados na vida da gente. Que sofrem, sentem e seguem em frente mesmo com tantas cordas tentando segurar e retornar de onde há muito tempo se foi embora. Dá arrepio e na boca do estômago um frio quando o amor lá descrito é o mesmo que um dia sonhamos tanto em ter e viver. É como um sonho colorido na realidade um pouco cinza.

É na escrita improvisada ou até tortamente riscada que encontro apoio. Um ombro em formato de linhas pra desabar e desaguar as lágrimas seguradas por tantos dias. Ser eu mesma e me entender quando nem me recordo ao certo em quem me tornei. Nos momentos que não encontro com quem conversar, são nas folhas que reencontro meu ar.

Um conselho que faço questão de lhe dar: não se afunde em silêncio, há uma folha te esperando pra conversar.


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